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Multas por infrações no trânsito têm redução em mais de 15 por cento

Cidade Comentários 14 de setembro de 2018

De janeiro a agosto deste ano foram 109.057 multas, ante 129.671, no mesmo período de 2017, o que representa uma redução de 20.614 autuações


As multas por infrações no trânsito em Anápolis caíram mais de 15% de janeiro a agosto deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. É o que mostram as estatísticas do DETRAN e da Companhia Municipal de Trânsito e Transportes, com dados sobre as multas por grupo de infrações, por espécie de veículos que as praticaram, os dias da semana em que foram cometidas e a sua quantidade mês a mês.
Por espécie de veículos, os automóveis lideram as infrações no trânsito, seguido pelas motocicletas e pelas caminhonetes. Elas mostram que transitar em velocidade superior ao limite máximo permitido até 20% são as infrações mais cometidas no trânsito de Anápolis, com 65.598 multas, o que representa 61% das penalidades aplicadas de janeiro a agosto deste ano.
Com 14.357 multas, o avanço de sinal vermelho de semáforo é o segundo maior tipo de infrações de trânsito aplicadas, também de acordo com as estatísticas do DETRAN e da CMTT, observando que esse tipo de infração corresponde a 13% das multas aplicadas até agosto. Desse total, 14.226 multas foram aplicadas a condutores que avançaram o sinal vermelho de semáforo com fiscalização eletrônica, 120 por avançar o sinal vermelho de semáforo flagrados pelos fiscais de trânsito e outras 9 por avançar o sinal de parada obrigatória.
Transitar com velocidade superior à máxima permitida entre 20% e 50% foi o terceiro maior número de multas aplicadas em Anápolis até o mês de agosto. No período, foram aplicadas 8.418 multas, o que representa 8% do total de penalidades aplicadas. Pela ordem vêm, a seguir, as paradas de veículos em faixas de pedestre, com 7.872 multas, o que representa 7% das infrações cometidas e, transitar com velocidade superior a 50% da máxima permitida, com 1.739 multas.

Outras infrações
Estacionar em locais e horários proibidos ou paradas em locais proibidos com sinalização de advertência resultou em 1609 multas enquanto que estacionar em desacordo com a regulamentação como em áreas proibidas, em vagas exclusivas para carga e descarga, em estacionamento rotativo, ponto de táxi, vagas de curta duração, dentre outras, causaram 1.540 multas, enquanto que, conduzir veículos registrados, mas não devidamente licenciados somaram mais 1.426 multas. Estacionar em vagas reservadas a idosos e deficientes físicos sem a credencial também provocou 990 multas.
Dirigir veículo utilizando-se de telefone celular resulto em outras 706 multas; transitar pela contramão em via com sinalização de sentido único causou 638 multas e estacionar em passeios ou calçadas mais 638 multas. Este ano, junho e julho foram os meses com o maior número de infrações com 14.585 e 14.781 multas aplicadas, respectivamente. As duas estatísticas mostram que nos demais meses foram cometidas 12.822 multas em janeiro; 11.998 em fevereiro; 13.590 em março; 13.531 em abril, 13.379 em maio e 14.361 em agosto.
Avaliando a queda de 15,9% no número de multas aplicadas este ano, o diretor da CMTT Fernando Cunha Neto disse que ela é o resultado prático de investimentos feitos no programa educação no trânsito. “O programa é um trabalho específico de conscientização do cidadão”, disse o diretor do órgão para quem a redução no número de multas é muito significativa e mostra a importância de investir em programas de educação no trânsito.
Fernando Cunha explicou que este trabalho é desenvolvido diariamente, em escolas, empresas e entidades da sociedade organizada e também em semáforos, praças, avenidas e passagens de pedestres, assim como em blitzen educativas. Ele revelou que a cidade já conta com mais de 265 mil veículos, um número considerado alto se levar em conta que o Município tem, hoje, uma população estimada em mais de 380 mil pessoas.
Apesar de reconhecer que o sistema de fiscalização eletrônica inibe a prática de infrações, o diretor da CMTT informou que o programa de educação no trânsito continuará sendo um dos focos do órgão como um dos meios mais eficazes de conscientização de motoristas e pedestres. Ele reconhece, também, que o número atual de fiscais é reduzido, de apenas 38, mas que não existe previsão de se contratar novos fiscais através de concurso público. De acordo com o diretor da CMTT, uma resolução do Denatran recomenda um agente para cada mil veículos.

Autor(a): Ferreira Cunha

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